tag:blogger.com,1999:blog-5985497749206117422008-05-16T10:18:25.347-07:00Espiritismo para todosTadeunoreply@blogger.comBlogger123125tag:blogger.com,1999:blog-598549774920611742.post-20138560127066526942008-04-09T19:25:00.000-07:002008-04-09T19:28:18.317-07:00O poder da Irradiação<table class="contentpaneopen"><tbody><tr><td class="contentheading" width="100%"> <br /></td> <td class="buttonheading" align="right" width="100%"> <a href="http://www.rcespiritismo.com.br/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=334" target="_blank" onclick="window.open('http://www.rcespiritismo.com.br/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=334','win2','status=no,toolbar=no,scrollbars=yes,titlebar=no,menubar=no,resizable=yes,width=640,height=480,directories=no,location=no'); return false;" title="PDF"> <img src="http://www.rcespiritismo.com.br/templates/rhuk_solarflare_ii/images/pdf_button.png" alt="PDF" name="PDF" align="middle" border="0" /></a> </td> <td class="buttonheading" align="right" width="100%"> <a href="http://www.rcespiritismo.com.br/index2.php?option=com_content&task=view&id=334&pop=1&page=0&Itemid=25" target="_blank" onclick="window.open('http://www.rcespiritismo.com.br/index2.php?option=com_content&task=view&id=334&pop=1&page=0&Itemid=25','win2','status=no,toolbar=no,scrollbars=yes,titlebar=no,menubar=no,resizable=yes,width=640,height=480,directories=no,location=no'); return false;" title="Imprimir"> <img src="http://www.rcespiritismo.com.br/templates/rhuk_solarflare_ii/images/printButton.png" alt="Imprimir" name="Imprimir" align="middle" border="0" /></a> </td> <td class="buttonheading" align="right" width="100%"> <a href="http://www.rcespiritismo.com.br/index2.php?option=com_content&task=emailform&id=334&itemid=25" target="_blank" onclick="window.open('http://www.rcespiritismo.com.br/index2.php?option=com_content&task=emailform&id=334&itemid=25','win2','status=no,toolbar=no,scrollbars=yes,titlebar=no,menubar=no,resizable=yes,width=400,height=250,directories=no,location=no'); return false;" title="E-mail"> <img src="http://www.rcespiritismo.com.br/templates/rhuk_solarflare_ii/images/emailButton.png" alt="E-mail" name="E-mail" align="middle" border="0" /></a> </td> </tr> </tbody></table> <table class="contentpaneopen"><tbody><tr> <td colspan="2" align="left" valign="top" width="70%"> <span class="small"> Escrito por Edvaldo Kulcheski </span> </td> </tr> <tr> <td colspan="2" valign="top"> <p align="left"><span style="font-size: 8pt; color: black; font-family: Verdana;"><div style="text-align: center;"><img style="width: 185px; height: 151px;" src="http://www.rcespiritismo.com.br/conteudo_site/imagens/chakra.jpg" alt=" " height="151" width="185" /></div><br /><span style="font-weight: bold;">Conforme o dicionário, é o ato ou efeito de emitir ondas, lançar raios de luz ou de calor, ou vibrações. </span></span></p><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana; font-weight: bold;"><span style="color:#000000;">Em termos de Espiritismo a definição para irradiação é: <span style="color: black;">Transmissão de fluidos espirituais à distância.</span></span></span> <p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;">No processo da irradiação, transmitimos aos outros, pelo mecanismo da força mental, a carga de força vital que dispomos para doar.<span> </span>A irradiação se faz à distância, projetando o nosso pensamento e sentimentos em favor de alguém, movimentando as forças psíquicas através da vontade. </span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;">A pessoa que irradia deve cultivar bons sentimentos, bons pensamentos e bons atos. Isto vai lhe formando uma "atmosfera espiritual" positiva, criando uma tonalidade vibratória e uma quantidade de fluidos agradáveis e salutares que poderão ser dirigidos através da vontade para outras pessoas.</span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;">A pessoa que irradia deve focalizar mentalmente o paciente para quem quer fazer a irradiação e transmitir, através do sentimento, aquilo que deseja: paz, conforto, coragem, saúde, equilíbrio, paciência etc.</span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;">Irradiação é a projeção do pensamento e do sentimento, que são energias que conseguimos exteriorizar de nós mesmos. Cada cérebro pode emitir vibrações de alta ou baixa freqüência, de acordo com os pensamentos constantes.</span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;"><span> </span><span style="">Irradiamos todos nós através dos nossos pensamentos, sentimentos, palavras e atos.</span></span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;">Essa energia que emitimos continuadamente forma nosso hálito mental e se propaga ao nosso derredor. Essas energias têm reflexos sobre nós mesmos e sobre as pessoas que convivem conosco, os que estão distanciados e todos os seus do ambiente em que vivemos. </span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; color: black; font-family: Verdana;"><span> </span>Nos processos de irradiação, o seareiro, pela ação de sua vontade dirigida, transmite aos outros as suas energias vitais, que são imediatamente repostas pela absorção e metabolização automática das energias do ambiente pelos centros de força (chacras).</span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; color: black; font-family: Verdana;">Na irradiação, a pessoa, aplicando pensamento e vontade acelera </span><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;">essa absorção-metabolização<span> </span>de energias vitais e espirituais <span style="color: black;">direcionando-as para aquele que as receberá.</span></span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; color: black; font-family: Verdana;">O</span><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;">s fluidos ou energia, se submetem à lei das proporções, isto é, cada um de nós movimenta uma certa quantidade relativa dessas forças, que podem ser ajuntadas com as dos espíritos, proporcionalmente, sendo então carreadas para o seu objetivo. Devemos focalizar o nosso pensamento, restringindo-o a uma certa área, pessoa ou grupo de pessoas, para que ele seja o sustentáculo dessa mesma força. Isto quer dizer que a nossa irradiação deve focalizar alguém, alguns <span style="color: black;">ou uma situação determinada, c</span>ientes de que os pedidos feitos genericamente em favor de todos os necessitados não alcançam objetivamente os seus fins. Apenas valem pela intenção. <span style="color: black;">O potencial movimentado é aplicado de acordo com o mérito de cada um. </span>Isto é, não é pelo fato de alguém pedir excessivamente em favor de alguém que conseguirá o seu fim. <span style="color: black;">A pessoa que irradia deve inicialmente concentrar-se; orar em seguida, e depois, pela vontade, focalizar o objeto de sua irradiação e transmitir aquilo que se deseja.</span></span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"> </p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;"><strong>Endereço vibratório</strong></span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;">Todas as nossas ações e atitudes refletem as nossas disposições mentais e emocionais. Quando escrevemos ou ditamos para que seja escrito, não apenas alinhamos no papel nossas idéias, mas são grafadas também nossas disposições íntimas. Isso significa que podemos escrever com a luz dos sentimentos nobres ou com as tintas escuras do negativismo. No momento em que adicionamos o nome de alguém para irradiação, aquele nome estará impregnado da energia de quem solicitou a irradiação, pois certamente, quem deseja ajudar estará com o pensamento em quem ele quer ajudar no momento da inscrição do nome. Isto criará o endereço vibratório.</span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;">O importante, no momento da escrita, é que alguém esteja mentalizando o paciente para se criar o endereço vibratório. Os espíritos que vão atuar neste processo fazem a localização do paciente através do “endereço vibratório”, não sendo essencial se anotar o endereço. A leitura dos nomes de necessitados e os respectivos endereços são necessários somente para que os médiuns criem uma imagem mental. </span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;">O “endereço vibratório” guia os espíritos, assim como os policiais que fazem o cão treinado cheirar algo do fugitivo para encontrá-lo. Se o número de necessitados é muito grande, podemos reuni-los em grupos de dez ou mais e numerar esses grupos e, ao invés de nomes, enunciar os grupos pelos respectivos números, ou ainda, suprimir tal enunciação, somente conservando sobre a mesa os competentes registros, conforme nos orienta Edgard Armond, no livro Passes e Irradiações.</span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;">Isto quer dizer que quando escrevermos ou ditarmos para alguém escrever os nomes de irmãos que necessitam de ajuda, o façamos movidos pelo desejo sincero de auxiliar e socorrer, e não com o propósito de nos libertarmos do dever de ter que orar em benefício do semelhante. <span style="color: black;">Isto vai lhe formando uma "atmosfera espiritual" positiva, criando uma tonalidade vibratória e uma quantidade de fluidos agradáveis e salutares que poderão ser dirigidos através da vontade para outras pessoas. Recolhido em prece, o homem de boa vontade recebe recursos do Plano Superior, projetando-os depois, na direção do enfermo ausente, cuja figura mentaliza. </span></span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"> </p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;"><strong>Superando obstáculos</strong></span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;">Os espíritos que trabalham na cura enfrentam sérias dificuldades no serviço de socorro aos pacientes cujos nomes estão inscritos nas listas dos centros espiritualistas. Além das dificuldades técnicas resultantes de certo desequilíbrio do <span style="">ambiente</span> onde eles atuam, outros empecilhos os aguardam em virtude do estado psíquico dos <span style="">próprios doentes. </span></span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; color: black; font-family: Verdana;">Às vezes, o enfermo tem a mente saturada de fluidos sombrios devidos a conversações maledicentes de intrigas, </span><span style="color:#000000;"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;">calúnias e fofocas. Outros, encontram-se em <span style="color: black;">excitação nervosa devido a uma violenta discussão. Existem aqueles que estão presos no vício das drogas e do álcool, dificultando ainda mais o trabalho socorrista.</span></span><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"> </span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; color: black; font-family: Verdana;">Outras vezes, os fluidos irradiados das sessões espíritas penetram nos lares enfermos, mas encontram o ambiente carregado de fluidos agressivos provenientes de discussões ocorridas entre os seus familiares.</span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; color: black; font-family: Verdana;">É evidente que os desencarnados têm pouco êxito na sua tarefa abnegada de socorrer os enfermos quando estes vibram sentimentos de ódio, vingança, luxúria, cobiça ou quaisquer outros sentimentos negativos.</span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; color: black; font-family: Verdana;">No processo de irradiação, ocorrerá um fluxo de energia que se dirigirá a outra pessoa, chegando ao perispírito desta, que poderá absorvê-las ou não, de acordo com a lei de sintonia, de afinidade, de merecimento e de condições específicas do momento.</span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;">Para a irradiação ser eficaz, a pessoa que a ser ajudada deve es</span><span style="color: black;">tar receptiva (favorável ao recebimento da ajuda para melhor absorver<span> </span>o<span> </span>recurso espiritual). Além disso, é fundamental estar disposta a se melhorar espiritualmente. A ajuda da irradiação<span> </span>é<span> </span>passageira e tais recursos<span> </span>fixar-se-ão e novos acrescentar-se-ão quando o indivíduo passar a ter vida moralmente equilibrada.</span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color:#000000;">Aqueles que foram fazer as vibrações (irradiação), deverá r<span style="color: black;">ecolher-se em oração, evitar desentendimentos, ambientes negativos e intoxicar-se com fumo, alcoólicos etc.</span></span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoHeading7"><span style="font-size: 8pt; color: black; font-family: Verdana;">O Evangelho no Lar é muito Importante para ajudar harmonizar o ambiente e despertar nossa religiosidade. Um ambiente harmonioso é extremamente importante. </span><span style="color:#000000;"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;">Lar sem harmonia passa a ser habitado por entidades inferiores, que criam desentendimentos colocando todos para fora.</span><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"> <span style="color: black;">Um sai de casa por isso, outro por aquilo, desmantelando toda a família. Com o autoconhecimento e nossa reforma íntima estaremos cada vez mais aptos para ajudarmos e sermos ajudados, inclusive, através das irradiações energéticas.</span></span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify;" class="MsoHeading7"> </p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify;" class="MsoHeading7"> </p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify;" class="MsoHeading7"><span style="color:#000000;"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color: black;"><strong>Artigo publicado na Revista Cristã de Espiritismo, ed. 46.</strong></span></span></span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt; text-align: justify;" class="MsoHeading7"><span style="color:#000000;"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"><span style="color: black;"><strong>Ao reproduzir o texto, favor citar o autor e a fonte.</strong></span></span></span></p></td></tr></tbody></table>Tadeunoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-598549774920611742.post-48183070565793638712008-04-09T19:17:00.000-07:002008-04-09T19:32:41.312-07:00O ectoplasma<p align="center"><strong>De aspecto viscoso, semilíquido e esbranquiçado, é uma substância básica e muito importante para os efeitos de materialização de objetos e espíritos</strong></p><p align="center"> </p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">Para a ciência acadêmica, ectoplasma é a parte da célula que fica entre a membrana e o núcleo ou a porção periférica do citoplasma. Para o cientista Charles Richet, é uma substância que se acredita ser a força nervosa e possui propriedades químicas semelhantes às do corpo físico, de onde provém. Apresenta-se sob um aspecto viscoso, esbranquiçado, quase transparente, com reflexos leitosos, bem como esvanescente sob a luz. É considerado a base dos efeitos mediúnicos chamados físicos, pois é através dele que os espíritos podem atuar sobre a matéria.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">Entretanto, para os espíritos, o ectoplasma é geralmente conhecido como um plasma de origem psíquica, que se exala principalmente do médium de efeitos físicos e um pouco dos outros. Trata-se de uma substância delicadíssima que se situa entre o perispírito e o corpo físico e, embora seja algo disforme, é dotada de forte vitalidade, servindo de alavanca para interligar os planos físico e espiritual. Historicamente, o ectoplasma tem sido identificado como algo produzido pelo ser humano, que, em determinadas condições, pode liberá-lo, produzindo vários fenômenos.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">O ectoplasma é de difícil manipulação, pegajoso, não se moldando facilmente. Por isso, exige treinamentos e técnicas para que os espíritos possam se utilizar deste fluido. Não é o espírito que se materializa, mas é o ectoplasma que se adere à forma do perispírito dele. A substância sofre bastante a influência da luz do dia e da luz branca, o que causa interferências no fenômeno, tornando-se ideal a utilização de uma luz com tom avermelhado. A materialização pode acontecer sob o efeito da luz branca, mas é preciso haver muito ectoplasma. Também é difícil fazer fotos desse fenômeno com flash, uma vez que há interferência da luz nesse momento.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">Nas materializações, não é utilizado diretamente o ectoplasma puro exalado pelo médium. É necessário combiná-lo com outros fluidos (espirituais, físicos), ou seja, utilizar nas materializações o ectoplasma elaborado. A presença de apenas uma pessoa incrédula no ambiente dificulta ou até impede a aderência do ectoplasma no perispírito do espírito.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify"> </p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify"><strong>Combinação de fluidos</strong> </p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">A palavra ectoplasma dá uma idéia de se tratar de algo único, mas, na verdade, é um grande conjunto, formado pela combinação dos fluidos do espírito com o fluido animalizado do médium e os fluidos do ambiente. "Aí temos o material leve e plástico de que necessitamos para a materialização", explica o espírito Aulus no livro Nos Domínios da Mediunidade.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">De uma maneira bastante rápida, podemos dividir o ectoplasma em três elementos essenciais: fluidos A, representando as forças superiores e sutis da esfera espiritual; fluidos B, definindo os recursos do médium e dos companheiros que o assistem; fluidos C, constituindo energias tomadas da natureza terrestre. Os fluidos A podem ser os mais puros e os fluidos C podem ser os mais dóceis, porém, os fluidos B, nascidos da atuação dos companheiros encarnados e notadamente do médium, são capazes de estragar os mais nobres projetos. Nos círculos em que os elementos A encontram uma colaboração segura dos fluidos B, a materialização de ordem elevada assume a sublimidade dos fenômenos.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">Todos os estudos feitos sobre as materializações de espíritos e os chamados efeitos físicos demonstram que esses fenômenos ocorrem somente na presença de pessoas que podem fornecer ectoplasma. Isso leva à óbvia conclusão de que os espíritos não produzem ectoplasma, mas podem apenas manipulá-lo. Inclusive, uma observação mais cuidadosa permite compreender que esta manipulação só pode ocorrer com a conivência consciente ou inconsciente dos encarnados que fornecem a substância.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">Se não fosse assim, esses fenômenos ocorreriam com tamanha freqüência e intensidade no cotidiano da humanidade que os desencarnados passariam a participar diretamente do mundo dos encarnados. Deste modo, pode-se deduzir que o ectoplasma é um atributo do corpo físico, da matéria, uma vez que o corpo humano é material, embora controlado pelo espírito nele encarnado.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">O que se pode admitir que aconteça é que os espíritos encarnados, em contato com a matéria durante a encarnação, manipulam-na de tal modo que produzam o que chamamos de ectoplasma. Essa produção se daria de modo automático e inconsciente, desde a concepção até o desencarne.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify"> </p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify"><strong>Os tipos de ectoplasma</strong> </p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">Agora, se o ectoplasma está relacionado com a matéria que constitui o corpo humano, ele deve existir também nos minerais, nas plantas e nos animais em geral. Em termos de complexidade, esse ectoplasma não deve ser igual ao existente nos seres humanos.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">Em princípio, o ectoplasma mineral é o mais simples. Nos vegetais, que se alimentam principalmente de materiais inorgânicos, ele se apresenta de modo relativamente mais complexo, em virtude de ter sido trabalhado por eles a partir do material inicial. Já nos animais, que se alimentam de produtos minerais, vegetais e mesmo outros animais, o ectoplasma deve adquirir uma maior complexidade.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">Assim, em função da espécie de vegetal ou animal, certamente haverá qualidades diferentes de ectoplasma. Essa dedução é fácil de ser feita, pois, ao que se sabe, o ectoplasma não-humano não é suficiente ou adequado para a realização de fenômenos físicos e de materialização, já que, se fosse, eles ocorreriam livremente pela manifestação de espíritos desencarnados. Haveria interferência direta destes no mundo dos encarnados, criando grande confusão.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">No livro Espírito, Perispírito e Alma, Hernani Guimarães Andrade propõe a existência dos seguintes tipos de ectoplasma: ectomineroplasma, originário dos materiais minerais; ectofitoplasma, extraído dos vegetais; ectozooplasma, produzido pelos animais; ectohumanoplasma, gerado pelos humanos. Mas para efeito de simplificação de terminologia, no sentido de tornar o significado mais acessível às pessoas, podemos dizer apenas ectoplasma mineral, vegetal, animal e humano.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify"> </p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify"><strong>O ectoplasma é matéria?</strong></p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">Podemos definir matéria como tudo que é constituído pelos elementos químicos constantes da classificação periódica, além, é claro, dos próprios elementos e das partículas subatômicas. É também aquilo que possui massa e energia, estando sujeito à ação da gravidade, tem peso e ocupa um certo volume no espaço, além de interagir fisicamente com outras porções da matéria através das reações químicas.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">Já o ectoplasma está sujeito à ação da gravidade e interage fisicamente com a matéria do corpo humano. Nas fotografias, vemos ele sair da boca de um médium como se fosse um pano. O fato da substância cair na direção do solo e do espírito materializado a partir dela estar junto ao chão são evidências de que este fluido está sujeito à ação gravitacional. Alguns autores que já estudaram o ectoplasma em trabalhos de materialização e de efeitos físicos verificaram a ação da gravidade através de balanças.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">Portanto, podemos concluir que o ectoplasma é matéria. Podemos? Este raciocínio nos conduz a uma conclusão bastante interessante, ou seja, parece haver alguma coisa que se comporta como se fosse uma matéria paralela à que a química descreve. Em outras palavras, é como se houvesse um outro conjunto de elementos químicos coexistindo com aqueles previamente conhecidos ou previstos pela química, como se fosse possível estabelecer pelo menos uma outra classificação periódica.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify"> </p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify"><strong>Apresentação e produção</strong></p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">O ectoplasma é um combinado de substâncias. Quando os espíritos desencarnados podem dispor dele em bastante quantidade, utilizam-no para a produção de fenômenos mediúnicos de efeitos físicos, combinando-o com outras substâncias extraídas do reservatório oculto da natureza.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">Para a visão dos desencarnados, o ectoplasma se apresenta como uma massa de gelatina pegajosa, semilíquida e branquíssima que é exalada por todos os poros do médium, mas em maior proporção pelas narinas, pela boca, pelos ouvidos, pelas pontas dos dedos e até pelo tórax. À feição do magnetismo, ele é energia disseminada e presente em toda a natureza, a qual, pela lei evolutiva, é mais apurada no homem do que no mineral, no vegetal ou no animal.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">Deduzindo-se que os espíritos encarnados, em contato com a matéria durante a encarnação, produzem o ectoplasma, podemos chegar a algumas conclusões. Se admitimos a existência desta substância nos minerais, nas plantas ou nos animais, podemos entender que um dos ingredientes que forma o ectoplasma é originário dos alimentos, enquanto outro provém do oxigênio que respiramos. Ainda há um outro ingrediente, produzido no interior das células de nosso corpo físico. O que ocorre é uma transformação desses ectoplasmas primários em ectoplasma humano.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">Mas onde e quando ocorre o processo metabólico das reações químicas, físicas e biológicas entre os fluidos resultantes da alimentação, da respiração e da atividade celular que geram o ectoplasma? É difícil de se afirmar com certeza onde ele se forma no ser humano. A observação indica uma grande movimentação fluídica no abdome, na altura do umbigo, o que leva alguns pesquisadores a admitir que se forma ectoplasma no aparelho digestivo, através do metabolismo dos alimentos no corpo. Outro lugar em que é comum se perceber que existe uma grande quantidade dessa movimentação é no tórax, fazendo alguns estudiosos concluirem que a produção de ectoplasma ocorre através da respiração, pelo oxigênio.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">Como a ciência acadêmica admite que esse fluido se forma no interior das células, muitos entendem que o ectoplasma se forma por todo o corpo no nível celular, embora em quantidades e qualidades diferentes. O sangue pode carregá-lo até os pulmões, onde se libera para ser eliminado, da mesma forma que o carbono resultante do metabolismo.</p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; font-weight: bold;" align="justify">Entretanto, para os espíritos, o ectoplasma é uma substância delicada que se produz entre o perispírito e o corpo físico, interligando o plano físico com o espiritual. Isso nos permite deduzir que os fluidos resultantes da alimentação, da respiração e da atividade celular são captados por meio dos chacras gástrico e esplênico, transformando-se em ectoplasma no interior do duplo etérico. Poderíamos chamar isso de "metabolismo do ectoplasma". Mas é bom lembrar: nas materializações ou nos fenômenos de efeitos físicos, não se usa diretamente o ectoplasma humano que exala do médium. É preciso combiná-lo com outros dois tipos de fluidos (espirituais e da natureza) para obtermos o ectoplasma elaborado.</p><br /><span class="small"><span style="font-weight: bold;">Fonte: Escrito por Edvaldo Kulcheski </span><br /></span> <p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; text-indent: 20px;" class="TEXTOGERAL" align="left"><span style="font-family: Arial;"><strong><em><span style="font-family: Tahoma;">Artigo publicado</span><span style="color: windowtext; font-family: Tahoma;"> na Revista Cristã de Espiritismo, edição </span><span style="font-weight: 700; font-family: Tahoma;">especial sobre Materialização</span></em></strong></span></p><p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; text-indent: 20px;" class="TEXTOGERAL" align="left"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-family: Tahoma;"><strong><em>Ao utilizar o texto, favor citar o autor e a fonte.</em></strong></span></span></p><br /> <p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" align="justify"><br /></p>Tadeunoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-598549774920611742.post-710282763209168352008-04-02T17:00:00.000-07:002008-04-02T17:07:47.335-07:00Como funciona a psicografia<p style="font-weight: bold;">O mecanismo de funcionamento da psicografia, ainda segundo Kardec, pode ser <i>consciente</i>, <i>semi-mecânico</i> ou <i>mecânico</i>, a depender do grau de consciência do médium durante o processo de escrita.</p> <p style="font-weight: bold;">No primeiro caso, o mais controverso e difícil de validar com o mínimo de objetividade, o médium tem plena consciência daquilo que escreve, apesar de não reconhecer em si a autoria das idéias contidas no texto. Tem a capacidade de influir nos escritos, evitando informações que lhe pareçam inconvenientes ou formas de se expressar inadequadas.</p> <div style="font-weight: bold;" class="thumb tleft"> <div class="thumbinner" style="width: 152px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Chico_Psicografia_Emmanuel.jpg" class="image" title="Alegoria que representa, segundo a ótica espírita, o Médium Chico Xavier, psicografando uma mensagem do Espírito de Emmanuel"><img alt="Alegoria que representa, segundo a ótica espírita, o Médium Chico Xavier, psicografando uma mensagem do Espírito de Emmanuel" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/8a/Chico_Psicografia_Emmanuel.jpg/150px-Chico_Psicografia_Emmanuel.jpg" class="thumbimage" border="0" height="234" width="150" /></a></div> </div> <p style="font-weight: bold;">No segundo, o médium pode até estar consciente da ocorrência do fenômeno, perceber o influxo de idéias, mas é incapaz de influenciar no texto, que basicamente lhe escorre das mãos. O impulso de escrita é mais forte do que sua vontade de parar ou conduzir voluntariamente o processo.</p> <p style="font-weight: bold;">No terceiro caso, o mais adequado para uma averiguação experimental controlada, o médium pode escrever sem sequer se dar conta do que está fazendo, incluindo-se aí a possibilidade de conversar com interlocutores sobre determinado tema enquanto psicografa um texto completamente alheio ao assunto em pauta. Isso porque, segundo Kardec, esses médiuns permitiriam ao espírito agir diretamente sobre sua mão ou seu braço, sem recorrer à mente.</p><br /><p style="font-weight: bold;">Fonte: O livro dos médiuns<br /></p><p style="font-weight: bold;"><br /></p><br /><p style="font-weight: bold;"><br /></p><p style="font-weight: bold;"><br /></p>Tadeunoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-598549774920611742.post-48841788424023015032008-02-27T07:05:00.000-08:002008-02-27T07:07:49.909-08:00A Reencarnação na Bíblia<strong>Em suma, a Bíblia "fala", sim, em reencarnação, tanto quanto em bombardeiros nucleares feitos por velozes caças a jato. E não é tão difícil assim identificar os textos e abri-los com as chaves apropriadas - basta ter olhos de ver, basta levantar a letra e procurar o espírito que ela oculta.<br /><br />Para isso não é necessário nem mesmo ser Doutor da Lei; ao contrário, Jesus certa vez orou a Deus agradecendo-lhe o haver o Pai escondido certas coisas dos sábios e entendidos e as revelado aos pequeninos e humildes... Por isso disse também que trazia luz aos cegos e cegueira aos que viam. <br /><br />Parece haver, no mundo de hoje, um número crescente de "sábios e entendidos", porque são multidão os que olham e não enxergam. <br /><br />Aliás, documentos históricos como a Bíblia, podem admitir reinterpretações apoiadas em novos elementos informativos de absoluta confiança. Traduções forçadas para permitirem a acomodação de idéias pessoais de seus tradutores ou copistas têm sido comuns em todos os tempos e em muitos idiomas. Prevendo isso e no firme propósito de preservar a integridade e pureza do seu texto, João escreveu no Apocalipse (22:18-19): "Eu testifico a todos os que ouvem as palavras da profecia deste livro: se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas escritas neste livro; e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida e da cidade santa, que estão escritas neste livro."<br /><br />Paulo, a seu turno, observou, não quanto às alterações textuais, mas quanto às responsabilidades de cada pregador cristão, o cuidado que deve pôr na interpretação do que lê. Ouçamo-lo em 2 Cor.3:5-6: "...a nossa capacidade vem de Deus, o qualtambém nos fez idôneos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; pois a letra mata, mas o espírito vivifica."<br /><br />Em resumo: em textos históricos há espaço para interpretar o que está escrito, mas não para acrescentar, subtrair, mutilar, deformar e falsear. As responsabilidades do pregador estão muito bem definidas e a advertência é claríssima: atenção para o espírito, cuidado com a letra morta. Muito cuidado, também, com a vaidosa erudição, que procura mais atentamente os meios de exaltar-se do que a singela e direta abordagem dos simples.<br /><br />Nicodemus era sábio e entendido e, no entanto, ignorava o sentido de importantíssimas passagens bíblicas, enquanto aos apóstolos - rudes pescadores, artesãos e trabalhadores braçais - a verdade se revelava em toda a sua beleza. <br /><br /><br />Fonte: Livro - A Reencarnação na Bíblia | Hermínio C. Miranda</strong>Tadeunoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-598549774920611742.post-45871527082466327282008-02-27T06:55:00.000-08:002008-02-28T19:31:44.046-08:00Timo<strong>Timo: a chave da energia vital<br />20.fev<br /><br />No meio do peito, bem atrás do osso onde a gente toca quando se diz "eu", fica uma pequena glândula chamada timo.<br />Seu nome em grego é thýmos e significa energia vital. É precisa dizer mais?<br /><br />Precisa, porque o timo continua sendo um ilustre desconhecido. Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando nos enervamos e mais ainda quando adoecemos.<br /><br />Essa característica iludiu durante muito tempo a medicina, que só conhecia através de autópsias e sempre o encontrava encolhidinho.<br />Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que durante décadas os médicos americanos bombardeavam timos adultos perfeitamente saudáveis com mega doses de raios X achando que seu "tamanho anormal" poderiam causar problemas.<br /><br />Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente activo; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas drenais e a espinha dorsal, e está directamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem.<br />Funciona como se fosse uma central telefônica por onde passam todas as ligações, faz conexões para fora e para dentro.<br />Se somos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora.<br />Também é muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos, …Amor e ódio o afectam profundamente.<br />As ideias negativas têm mais poder sobre ele do que os vírus ou bactérias. Já que, as ideias, não existem em forma concreta, o timo fica tentando reagir e enfraquece, abrindo brechas para sintomas de baixa imunidade, tais como herpes<br />Em compensação, ideias positivas conseguem dele uma activação geral, com todos os poderes, lembrando a fé que remove montanhas.<br /><br />O teste do pensamento:<br />Um teste simples pode demonstrar essa conexão.<br />Feche os dedos, polegar e indicador na posição de O.K., aperte com força e peça para alguém tentar abri-los enquanto você pensa " estou feliz".<br />Depois repita pensando " estou infeliz".<br /><br />A maioria, das pessoas, conserva a força nos dedos com a ideia feliz e enfraquece quando pensa infeliz (substitua os pensamentos por uma bela sopa de legumes ou um lindo sorvete de chocolate para ver o que acontece...).<br />Esse mesmo teste serve para lidar com situações bem mais complexas, por exemplo: quando o médico precisa de um diagnóstico diferencial, seu paciente tem sintomas no fígado que tanto podem significar câncer quanto abcessos causados por amebas. Usando lâminas com amostras, ou mesmo representações gráficas de uma e outra hipótese, testa a força muscular do paciente quando em contacto com elas e chega ao resultado.<br />As reacções são consideradas respostas do timo e o método, que tem sido demonstrado em congressos científicos, em vários países, já é ensinado na Universidade de São Paulo (USP) a médicos que trabalham com acupunctura.<br />Um detalhe curioso é que o timo fica encostado ao coração, que acaba ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de falar, jeito de escutar, estado de espírito...<br />“Fiquei de coração apertadinho”, por exemplo, revela uma situação real do timo, que só por reflexo envolve o coração.<br /><br />O próprio chacra cardíaco, fonte energética de união e compaixão, tem mais a ver com o timo do que com o coração e é nesse chacra que, segundo os ensinamentos budistas, se dá a passagem do estágio animal para o estágio humano.<br /><br />"Lindo!", você pode estar pensando, "mas e daí?".<br />Daí que, se você quiser, pode exercitar o timo para aumentar sua produção de bem-estar e felicidade.<br />Como? Pela manhã, ao levantar, ou à noite, antes de dormir<br /><br />a).. Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre os calcanhares, e mantenha toda a musculatura bem relaxada.<br />b).. Feche uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o ritmo: uma forte e duas fracas.<br />Continue entre três e cinco minutos, respirando calmamente, enquanto observa a vibração produzida em toda a região torácica.<br />O exercício estará atraindo sangue e energia para o timo, fazendo-o crescer em vitalidade e beneficiando também pulmões, coração, brônquios e garganta. Ou seja, enchendo o peito de algo que já era seu e só estava esperando um olhar de reconhecimento para se transformar em coragem, calma, nutrição emocional, abraço.<br /><br />Ótimo, íntimo, cheio de estímulo. Bendito Timo!<br /><br /></strong><strong>Fonte: Jornalista e pesquisadora Sónia Hirsc.</strong>Tadeunoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-598549774920611742.post-58134926134169935082008-02-15T02:38:00.000-08:002008-02-20T05:06:19.485-08:00Divaldo Pereira Franco<a href="http://bp1.blogger.com/_2qEvnkO-Zpk/R7Vr9KeeMOI/AAAAAAAAADA/DEr82a8N8GI/s1600-h/divaldo.bmp"><img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_2qEvnkO-Zpk/R7Vr9KeeMOI/AAAAAAAAADA/DEr82a8N8GI/s320/divaldo.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167154846005866722" /></a><br /><strong>Divaldo Pereira Franco nasceu em 5 de Maio de 1927 na cidade de Feira de Santana (BA), sendo que foi o último dos treze filhos do casal Francisco Pereira Franco e Ana Alves Franco, ambos já desencarnados. Desde sua infância já comunicava-se com os espíritos, de modo que a amizade sincera de um pequeno Espírito alegrou ainda mais os seus dias. Era o índio Jaguaraçu, que quer dizer: "Onça Grande". Ele vinha brincar com Divaldo no quintal de sua casa todos os dias. O índio aparentava ter uns cinco anos. Os dois amiguinhos brincavam sem perceber as horas passarem. Subiam em árvores, corriam pelo quintal, armavam lindos presépios na época de Natal. Colhiam musgos e folhagens para enfeitar as lapinhas, como eram chamados os presépios. <br />Quando jovem, foi abalado pela morte de seus dois irmãos mais velhos, fato que o deixou traumatizado e enfermo, sendo conduzido a diversos especialistas na área da Medicina, sem contudo, lograr qualquer resultado satisfatório. <br /><br />Apareceu então, em sua vida, D. Ana Ribeiro Borges, que o conduziu à Doutrina Espírita, libertando-o do trauma e trazendo consolações, tanto para ele como para toda a família. Dedicou-se, a partir de então, ao estudo do Espiritismo. Aos poucos foi aprimorando suas faculdades mediúnicas, através do correto exercício e continuado estudo do Espiritismo. <br /><br />Tendo estudado na Escola Normal Rural de Feira de Santana, recebeu o diploma de professor primário, em 1943. <br />Transferiu residência para Salvador no ano de 1945, com 18 anos de idade na atual existência, tendo concorrido ao IPASE (Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado), onde ingressou em 5 de Dezembro de 1945 como escriturário, permanecendo como funcionário até a sua aposentadoria na década de setenta. <br /><br />Espírita convicto, fundou o Centro Espírita Caminho da Redenção em 7 de setembro de 1947. Dois anos depois iniciou a sua tarefa de psicografia. Diversas mensagens foram escritas pelo seu intermédio, sob a orientação dos Benfeitores Espirituais, até que um dia, recebeu a recomendação para que fosse queimado o que escrevera até ali, pois não passavam de simples exercícios. Com a continuação, vieram novas mensagens assinadas por diversos Espíritos, dentre eles, Joanna de Ângelis, que durante muito tempo apresentava-se como "Um Espírito Amigo", ocultando-se no anonimato, à espera do instante oportuno para se fazer conhecida. Joanna revelou-se como sua mentora Espiritual, escrevendo inúmeras mensagens, num estilo agradável, repassado de profunda sabedoria e infinito amor, que conforta aos mais diversos leitores e necessitados de diretriz espiritual.<br /><br />Em 15 de agosto de 1952 fundou a Mansão do Caminho, um lar para crianças carentes no qual, até hoje, já passaram mais de 30 mil crianças que foram devidamente, educadas e evangelizadas. Atualmente, mais de três mil crianças e jovens carentes são atendidos todos os dias gratuitamente, em uma área de 77 mil metros quadrados, com 50 edificações, em 22 atividades sócio-educacionais. A Mansão do Caminho faz atendimentos a gestantes desde 1950, com assistência médica, e distribuição de enxovais numa média de 800-900/ano, presentes no Dia das Mães e festas de confraternização em cada distribuição mensal. A este conjunto de atividade denominou-se de Enxovais Meimei. Há, também, a Creche A Manjedoura, inaugurada na Mansão em agosto de 1983, e que assiste a 150 crianças de 2 meses a 03 anos de idade em regime integral, possuindo seis berçários, totalizando em torno de 600 mamadeiras por dia, além de assistência médica, social e refeição normal sob orientação de nutricionista. Além disso, existe o Jardim da Infância Esperança, inaugurado em fevereiro de 1971, graças a convênio com o Lar Fabiano de Cristo, oferecendo atendimento integral a 345 crianças de 03 a 06 anos. Há, ainda, a Escola Alvorada Nova, de ensino fundamental, fundada em 1957, sendo reestruturada em novembro de 1989conveniada com a Secretaria do Estado da Bahia para atendimento a “meninos de rua”, em período integral, possuindo cursos profissionalizantes, alguns deles com o apoio do Projeto Cidade Mãe, da Prefeitura de Salvador. Graças ao convênio estabelecido com a Lateina-Merika Zentrum, da cidade alemã de Bonn, suas instalações foram ampliadas de forma considerável. A Mansão do caminho conta, além das obras citadas acima, com muitas outras, das quais destaca-se a Escola Allan Kardec, também de ensino fundamental, fundada em setembro de 1964; a Escola de Ensino Fundamental Jesus Cristo, contando com uma biblioteca constituída por mais de 10.000 livros, biblioteca esta que é aberta não somente aos alunos da Mansão do Caminho, mas a todos os oriundos das Escolas do Bairro e da periferia. Ainda oferece a Escola Supletiva de Enfermagem Irmã Sheilla – fundada em 1989 -; a Escola de Datilografia Joanna de Ângelis – fundada em 1969 -; cursos profissionalizantes de carpintaria, sapataria, tapeçaria, corte-costura, gráfica, panificação, hotricultura e jardinagem; Caravana Auta de Souza - fundada em 1948 - , que ampara mais de 300 família carentes, abrangendo idosos e doentes físicos irreversíveis, sendo que distribui remédio e mais de 6.000 cestas básicas por ano; Centro médico J. Carneiro de Campos, com assistência médica, odontológica e Laboratório de Análises Clínicas, atendendo a mais de 52.000 pessoas por ano; Grupo de Ação Comunitária Lygia Banhos, o qual atende domiciliarmente famílias carentes no bairro do Pau da Lima; etc. <br />Assim, Divaldo educou mais de 600 filhos, hoje emancipados, a maioria com família constituída (hoje tem 200 netos!) e profissão própria, no magistério, contabilidade, serviços administrativos e medicina.<br /><br />Sendo o maior Orador Espírita da Terra - o verdadeiro Paulo de Tarso dos tempos modernos - começou a fazer palestras em 1947, difundindo a Doutrina Espírita e hoje apresenta uma histórica e recordista trajetória de orador no Brasil e no exterior, sempre atraindo multidões, com sua palavra inspirada e esclarecedora, acerca de diferentes temas sobre os problemas humanos e espirituais. Há vários anos, viaja em média 230 dias por ano, realizando palestras e também seminários no Brasil e no mundo. Trata-se do orador espírita mais popular do mundo, sendo o embaixador da Doutrina no planeta. A convite da ONU Divaldo Franco participou do I Encontro Mundial Pela Paz, o qual foi um encontro de lideranças religiosas – fato inédito na história da Humanidade – ocorrido de 28 a 31 de agosto de 2000 na cidade de Nova Iorque (EUA). <br />Já esteve nos cinco continentes, tendo percorrido 52 países, divulgando o ideal espírita. Tendo estado em mais de 1.000 cidades pregando, falou e foi entrevistado em mais de uma centena de emissoras de rádio e TV, no Brasil e no seu exterior falou no Congresso Nacional, em câmaras municipais e estaduais, em Universidades (Montreal – Canadá, Sorbonne –Paris, etc), em teatros, em Lions Clubes e Rotarys Clubes.<br />O médium Divaldo, desde jovem apresentou diversas faculdades mediúnicas (psicofonia, vidência, clariaudiência, psicografia, etc.) educados à luz da Doutrina Espírita. No que toca à psicografia, representa um fenômeno editorial, pois em 31 anos de médium publicou mais de 200 títulos, totalizando mais de quatro milhões e quinhentos mil exemplares, onde se apresentam 211 Autores Espirituais, muitos deles ocupando lugar de destaque na literatura, no pensamento e na religiosidade; destas obras, houve 80 versões para 13 idiomas (alemão, espanhol, esperanto, francês, italiano, polonês, tcheco, braille, etc....). Os livros possuem uma grande variedade de estudos literários, abrangendo temas doutrinários, filosóficos, históricos, infantis, psicológicos e psiquiátricos. Estas obras têm como único objetivo divulgar o Espiritismo – O Consolador Prometido por Jesus, o Cristianismo redivivo - de forma idônea e sem qualquer intuito de proselitismo, porque o Espiritismo respeita todas as convicções sinceras, não lançando o anátema ou violentando a consciência dos que não pensam como nós, visto existirem tantas doutrinas filosóficas, religiosas e morais, consoante às necessidades evolutivas dos indivíduos e dos grupos. Vários são os autores espirituais que escrevem pela mediunidade de Divaldo. Entre muitos outros, registramos os seguintes: Joanna de Ângelis (sua mentora espiritual e autora do primeiro livro psicografado por Divaldo, Messe de Amor, 1964), Amélia Rodrigues, Bezerra de Menezes, Manoel Philomeno de Miranda, Marco Prisco, Victor Hugo, Vianna de Carvalho, Marcelo Ribeiro, Rabindranath Tagore, Otília Gonçalves, dentre outros. <br />Divaldo Franco já foi homenageado por centenas de instituições públicas e privadas, culturais, núcleos espíritas, culturais, políticas, universidades e associações beneficentes tanto no Brasil como no exterior, pela sua obra em favor dos desfavorecidos e sofredores e pela paz que tem trazido às consciências. Recebeu ao todo 590 homenagens, sendo 148 oriundas de 64 cidades do exterior – abrangendo 20 países -, e 442 do Brasil – originárias de 139 cidades.<br />Das condecorações recebidas no exterior, destacam-se o título de Doctor Honoris Causa em Humanidades pela Universidade de Montreal (Canadá); Medaille de Reconnaisance Franco-Americanie-Classe Especial, do Instituto Humaniste de Paris; Medalha Câmara Municipal de Leiria, em Portugal; Medalha Cidade de Lobito, oferecida pelo poder público da cidade de Angola (África); Doctor in Parapsicology pela Cyberan University, em Illinois (EUA).<br />No Brasil, recebeu mais de 80 títulos de cidadania honorária concedidos pelos poderes públicos municipais e estaduais, sendo 16 deles de Capitais Federais. <br />Concedida por decreto do Exmo Sr. Presidente da República às personalidades que se destacaram em âmbito nacional no trabalho em favor do próximo, recebeu o Diploma do Ordem do Mérito Militar, distinção federal. <br /><br />Chico Xavier, em certa ocasião, disse: “Divaldo é o trator de Jesus”; “Divaldo tem uma estrela na boca”.<br /><br />É interessante salientar que a Mansão do Caminho é um dos departamentos do Centro Espírita Caminho da Redenção, situado à Rua Jayme Vieira Lima, 104 - Pau da Lima - Salvador/Bahia/Brasil - CEP 41.235-000. Assim, a Mansão é mantida pela renda proveniente da venda das fitas de palestras de Divaldo Franco para DVD e VHS, livros psicografados e Cds de conferências e de preces dos espíritos superiores. <br /><br /><br />Fonte:http://www.oespiritismo.com.br</strong>Tadeunoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-598549774920611742.post-87550245389049491962008-02-14T13:31:00.000-08:002008-02-28T19:12:14.773-08:00Por que algumas religiões combatem tanto o Espiritismo?Tadeunoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-598549774920611742.post-85874456438170435432008-02-14T13:24:00.000-08:002008-02-29T10:14:08.495-08:00A Bíblia condena a comunicação com os Espíritos?<strong>Os textos das Sagradas Escrituras são ricos em elementos necessários para o nosso entendimento das coisas divinas. Como é do conhecimento de todos, enquanto o Velho Testamento expõe a tradição dos hebreus, seus mestres, reis e profetas, o Novo Testamento retrata a vida, obra e ensinamentos do Mestre Jesus. Ele afasta a opressão contida nas leis civis feitas pelo próprio Moisés e clarifica as leis morais, que são os Dez Mandamentos, ditados por Deus. Há, no Novo Testamento, a nítida substituição do olho por olho, dente por dente, pelas mensagens de perdão e de amor a Deus e ao próximo. Além disso, Jesus veio mostrar que a morte não existe e que a alma sobrevive ao corpo carnal.<br />A imortalidade da alma é fato incontestável e definitivamente demonstrado pelo Mestre quando de Sua passagem pelo planeta.<br /><br />"Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra viverá." - (João 11:25)<br /><br />Infelizmente em pleno alvorecer de uma nova era, muitos homens ainda permanecem atrelados às velhas concepções, com medo da verdade, receosos de rever conceitos e reestruturar posturas. Permanecem na superficialidade das coisas, sem compreenderem as verdades que a Bíblia verdadeiramente ensina, a racionalidade confirma e a própria ciência já começa a aceitar.<br /><br />Na Bíblia, a condenação da comunicação com os Espíritos aparece no Velho Testamento, em citações tais como estas:<br /><br />"Não vos virareis para os adivinhadores e encantadores; não os busqueis, contaminando-vos com eles: Eu sou o Senhor vosso Deus." - (Levíticos 19.31)<br /><br />Contudo, no próprio Velho Testamento, a prática da comunicação com os mortos é citada como tendo a aprovação de Moisés.<br /><br />"Porém no arraial ficaram dois homens; o nome de um era Eldade, e o nome do outro Medade; e repousou sobre eles o Espírito (porquanto estavam entre os inscritos, ainda que não saíram à tenda), e profetizavam no arraial.<br />Então correu um moço, e o anunciou a Moisés, e disse: Eldade e Medade profetizam no arraial. E Josué, filho de Num, servidor de Moisés, um dos seus mancebos escolhidos, respondeu, e disse: Senhor meu, Moisés, proíbe-lho.<br />Porém Moisés lhe disse: Tens tu ciúmes de mim? Oxalá todo o Povo do Senhor fosse profeta, que o Senhor lhes desse o seu Espírito! Depois Moisés se recolheu ao arraial, ele e os anciãos de Israel." - (Números 11.26-30).<br /><br />Jesus, no Novo Testamento, não só não condena a comunicação com os mortos, como a pratica e confirma.<br /><br />"Seis dias depois, toma Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte, E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandesceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz. E eis que lhes aparecerem Moisés e Elias, falando com ele" - (Mateus 17.1-3).<br /><br />Um dos pontos em que se fundamentam os que condenam tais práticas é a palavra de Moisés no Velho Testamento. Necessário analisarmos a questão à luz da razão.<br />Se as leis civis de Moisés utilizadas para o controle do povo judeu, como a condenação da comunicação com os Espíritos, devem ser obedecidas na atualidade, então por que não devemos também apedrejar adúlteras ou cortar as mãos dos ladrões como tais leis também exigem? Evidente que seria um contra-senso para os dias atuais.<br />Além do mais, há que se considerar as razões pelas quais o legislador hebreu determinou tal lei. Ele necessitava de mais rigor para disciplinar um povo naturalmente rebelde e distante das coisas divinas.<br />Moisés precisou coibir tal coisa, porque a prática da consulta aos mortos tinha se tornado uma constante entre o povo e naturalmente o abuso deu vazão a toda sorte de problemas decorrentes dos aproveitadores da ignorância humana. E depois, convenhamos: se ele proibiu a evocação dos mortos, certamente era porque eles poderiam vir até nós.<br />Por outro lado, há no Velho como no Novo Testamento, inúmeras citações de claras situações onde se praticava com muita naturalidade a evocação dos Espíritos. E isto é completamente desconsiderado pelos que condenam a Doutrina Espírita. Se as Escrituras funcionam como autoridade nesse campo, porque não o é em outros?<br />O que não pode ser aceito pelo homem da atualidade é que seja feito um julgamento (e condenação) de uma religião ou crença, baseado na parcialidade da Lei com propósitos de conveniência. A verdade não tem diferentes faces e o verdadeiro cristão deve seguir o modelo de Jesus e se espelhar nos seus ensinamentos, vivenciando o amor e respeito aos seus semelhantes<br /><br />Fonte: Grupo Espírita Bezerra de Menezes</strong>Tadeunoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-598549774920611742.post-31613354905775028712008-02-13T19:48:00.000-08:002008-02-29T10:21:43.371-08:00Câmara aprova Dia Nacional do Espiritismo<strong>A Câmara aprovou, na quinta-feira, 6, em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 291/07, da deputada Gorete Pereira (PR-CE), que institui 18 de abril como o Dia Nacional do Espiritismo. A proposta foi aprovada com parecer favorável do relator do texto na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, deputado Wladimir Costa (PMDB-PA). A autora do projeto lembra que o Brasil é a maior nação espírita da atualidade e que os praticantes brasileiros têm realizado "obras extraordinárias no campo da assistência social", como define a doutrina espírita. Gorete Pereira também destaca a figura do médium Chico Xavier, segundo ela, fundamental para a difusão do espiritismo no Brasil. A data escolhida é uma homenagem ao dia em que Allan Kardec lançou, em 1857, na França, o Livro dos Espíritos, marco inicial da doutrina espírita. "A instituição do Dia Nacional do Espiritismo é homenagem justa a um dos mais importantes grupos religiosos do país, cuja atuação tem sido indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna entre nós", argumenta Gorete Pereira.<br /><br />Fonte: Coluna de Soraya Vieira - Gazeta de Oeste.</strong>Tadeunoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-598549774920611742.post-9939675660755229512008-02-12T19:23:00.000-08:002008-02-29T10:24:54.451-08:00Mãe querida<strong>Torno a ver, nos meus dias de criança,<br />O teu regaço, a lamparina acesa,<br />O pequeno lençol que trago na lembrança,<br />A oração da manhã e o pão à mesa...<br /><br />Varro o chão, a fitar-te as mãos escravas,<br />Afagando o fogão, de momento a momento...<br />A roupa e o batedouro em que cantavas<br />Para esquecer o próprio sofrimento...<br /><br />Depois, era o tinir da caçarola,<br />Aumentando a despesa no armazém...<br />Vestias-me de renda para a escola<br />E nunca me lembrei de ofertar-te um vintém.<br /><br />Cresci... A mocidade me requesta,<br />Ante a cidade de qualquer maneira...<br />Parti... – eu era a rosa para a festa,<br />Ficaste... – eras a rústica roseira.<br /><br />De tudo vi na estrada grande e nova,<br />As flores do prazer, o brilho, a fama,<br />A malícia dourada e os suplícios da prova<br />Marcando a pranto e fel os passos<br />de quem ama...<br /><br />Hoje, volta a buscar-te, mãe querida,<br />Dá-me de tua paz sem ilusão,<br />Guarda-me em ti, amor de minha vida,<br />Alma querida de meu coração.<br /><br /><br />Pisc. de Chico Xavier, (espírito)Maria Dolores<br /></strong>Tadeunoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-598549774920611742.post-74167696918002996532008-02-12T19:19:00.000-08:002008-02-29T10:27:14.163-08:00Agradeço<strong>Agradeço, Mãezinha, tudo o que me ofertas,<br />Desde o sono do berço e as canções de ninar,<br />Aos problemas da vida, ante as horas incertas,<br />Entre as provas do mundo e as carícias do lar.<br /><br />Agradeço-te as mãos, a zelarem por tudo,<br />Nos recursos do pão, ao Sol de cada dia,<br />E no amparo da veste a servir-me de escudo,<br />A fim de que eu vencesse o vento e a noite fria.<br /><br />Agradeço a oração, com que me deste à infância<br />O respeito à existência e a fé que me avigora...<br />Terna visão do Céu que relembro à distância,<br />No trabalho constante em que me vejo agora.<br /><br />Agradeço-te, oh! Mãe, a proteção e a escola<br />Do teu mundo de amor que até hoje me alcança...<br />Melodia interior que me anima e consola,<br />Refazendo-me o ser no clima da esperança.<br /><br />Agradeço o silêncio e o carinho incessantes<br />Com que buscas não ver meus enormes deslizes<br />E o teu claro perdão de todos os instantes,<br />Quando o erro me aponta as horas infelizes.<br /><br />Mas acima dos dons de tanto reconforto,<br />Trago-te, em luz mais alta, a flor da gratidão,<br />Porque não me atiraste ao desprezo do aborto<br />E guardaste-me em Deus no próprio coração.<br /><br /><br />Pisc. de Chico Xavier, (espírito) Maria Dolores<br /></strong>Tadeunoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-598549774920611742.post-23836897852340513652008-02-10T04:07:00.000-08:002008-02-27T07:13:47.712-08:00O fenômeno da Reencarnação<strong>Curiosidades <br />REENCARNAÇÃO <br /><br />O fenômeno da Reencarnação tem sido estudado por pesquisadores do mundo inteiro. As pesquisas sobre reencarnação acontecem em duas áreas distintas; uma na qual se pesquisam casos de lembranças de vidas anteriores, geralmente em crianças e outra na qual se busca pesquisar com objetivos terapêuticos, através da técnica de regressão de memória a vidas passadas. <br /><br />No primeiro grupo destacamos o Dr. Ian Stevenson, médico psiquiatra da Virginia University e o Dr. H. N. Banerjee também médico psiquiatra indiano, Dra. Helen Wambach, psicóloga americana. No segundo grupo temos inúmeros psicoterapeutas dentre os quais podemos destacar Morris Netherton, Edith Fiore, Brian Weiss nos Estados Unidos, Roger Woolger na Inglaterra, Patrick Druout na França, Thorwald Dethlefsen, na Alemanha, Hans Ten Dan na Holanda, dentre outros.<br /><br /><br />A EXPERIÊNCIA DA MORTE DURANTE UMA VIDA ANTERIOR<br /><br />Agora vamos apresentar uma parte pequena da pesquisa realizada pela Dra. Helen Wambach com mais de 1000 pessoas que se submeteram a regressão de memória através de hipnose, relatada em seu livro RECORDANDO VIDAS PASSADAS.<br /><br />Pessoas que conheceram a "morte clínica" e em seguida reviveram relataram experiências que tiveram fora do corpo durante esse tempo. O dr. Raymond Moody e outros pesquisadores coligiram dados sobre a "experiência de quase-morte" em centenas de casos dessa natureza. Os estudos mostram que, entre as pessoas que experimentam a morte clínica, 10 a 25% delas se lembram mais tarde de haver-se surpreendido fora dos próprios corpos, experimentando uma profunda sensação de paz e libertação da dor. Durante a experiência, olham para baixo e vêem outras pessoas ao redor do seu corpo. Depois de pairar por breve espaço de tempo sobre os próprios corpos, tais pessoas contam que se moveram, através de um túnel, na direção da luz. Parecem estar-se alando no rumo dessa luz e, quando a alcançam, são saudados pelos entes queridos e, não raro, por alguma espécie de figura religiosa, que pode ser um anjo, um parente morto, ou mesmo Jesus. Alguns sujeitos cinicamente mortos, e que mais tarde revivem, são informados de que terão de regressar aos seus corpos.<br /><br />Pedi a todos os meus sujeitos que experimentassem a morte numa vida passada, a fim de verificar se os seus relatos correspondiam às descrições encontradas por outros pesquisadores. Se bem seja possível, com efeito, que pelo menos alguns dos meus sujeitos tivessem conhecimento das históias acerca da experiência da morte, é pouquíssimo provável que todos tenham lido o livro do Dr. Moody, Life After Life, ou lido histórias a respeito da experiência da morte. Não posso excluir a possibilidade de que, em estado hipnótico, meus sujeitos descrevam o que já leram, mas a universalidade das suas experiências dá a entender por certo que o simples conhecimento do passado não pode ter produzido tal unanimidade.<br /><br />Pedi a meus sujeitos que escrevessem em seus questionários o que experimentaram por ocasião da morte - ou mais especificamente, a natureza da morte e a emoção que os senhoreou logo após o transe final. Não lhes disse que eles veriam uma luz, nem que se encontrariam com alguma pessoa que tinham conhecido em vida, e tampouco que passariam pelo interior de um túnel.<br /><br />Uma média de 49% conheceu sensações de calma e paz profundas e não encontrou dificuldades para aceitar a própria morte. Outros 30% experimentaram sentimentos muito positivos de alegria e libertação. 20%, em média, viram seu corpo depois de haver morrido e flutuaram acima dele enquanto observavam a atividade que lhe ocorria em torno. A crermos no relato dos meus sujeitos depois que despertaram da hipnose não há dúvida de que a morte foi a melhor parte da viagem. Reiteradas vezes contaram que era agradabilíssimo morrer, e descreveram a sensação de libertação que experimentaram depois de haver deixado seus corpos. Até sujeitos que sentiam um medo terrível de morrer antes do seminário me contaram que, depois de experimentar a morte numa vida passada, tinham perdido o medo em sua existência atual.<br /><br />- Morrer era como ser libertado, voltar novamente para casa. Como se um grande fardo tivesse sido erguido dos meus ombros quando deixei o corpo e flutuei na direção da luz. Eu sentia afeição pelo corpo em que vivera naquela existência, mas era tão bom ser livre!<br /><br />Eis aí uma resposta muito comum à experiência da morte em minha amostra. As emoções que meus sujeitos experimentavam por ocasião da morte eram tão fortes que se refletiam em seus corpos atuais.<br /><br />Meus olhos se encheram de lágrimas de alegria quando você levou à experiência da morte, - disse um sujeito. - As lágrimas me deslizavam pelas faces no presente, mas todo o meu corpo sentiu levíssimo logo depois que morri.<br /><br />Cerca de 10% dos meus sujeitos afirmaram ter-se sentido transtornados ou ter experimentado emoções de tristeza por ocasião da morte. Experimentavam tais emoções em virtude do tipo de morte ou das pessoas que deixavam para trás. Surpreenderam-se ao ver-se fora de seus corpos e mesmo assim tentaram manter contato com seus entes amados.<br /><br />- Sinto-me tão triste porque estou deixando aqui meus dois filhos, - disse um sujeito do sexo feminino, que morreu de parto. - Estou preocupada por não saber quem tomará conta deles e fico perto do meu corpo, tentando consolar meu marido.<br /><br />Outro tipo de experiência perturbadora por ocasião da morte é o de ser morto acidental ou violentamente, quase sempre em plena juventude.<br /><br />- Fui atropelado por um automóvel ao atravessar uma rua correndo, - disse um sujeito. - Eu parecia continuar correndo pela rua e não me dera conta de que morrera. Aí, então, me senti frustrado e perdido, porque não compreendia o que me estava acontecendo. Finalmente, me vi num lugar escuro e depois avistei uma luz brilhante. Em seguida, remontei-me através da escuridão na direção da luz.<br /><br />Alguns dos sujeitos que expressaram sentimentos negativos no tocante à morte estavam lutando numa guerra.<br /><br />- Eu estava lutando, quando meu corpo entrou em colapso. Continuei lutando, mas me pareceu haver perdido toda e qualquer capacidade de influir no que acontecia ao meu redor. Eu continuava no campo de batalha mas, logo, tive a impressão de que outros que tinham morrido vinham juntar-se a mim. Era como se eu não conseguisse deixar aquela cena.<br /><br />Alguns sujeitos se entristeciam ao ver a aflição dos outros provocada pela sua morte Não se entristeciam por si, mas pelos que continua, na terra.<br /><br />Cerca de 25% descreveram um breve período de escuridão seguido de luz. Um número maior, cerca de dois terços, alçou-se bem acima dos respectivos corpos e penetrou num mundo inundado de luz, onde foi saudado por terceiros e teve uma sensação imediata de companheirismo. Um sujeito relatou:<br />- Eu me librei bem alto no céu depois que deixei meu corpo. Não queria olhar para trás. Parecia, então, estar cercado por outros, que me davam os parabéns pela vida que acabara de viver. Experimentei uma sensação de regresso ao lar e uma grande alegria. Havia vida em toda a minha volta. <br /><br />************<br /><br />Vejamos a seguir um caso extraído do livro VIDA PRETÉRITA E FUTURA – um impressionante estudo sobre a reencarnação do Dr. Banerjee.<br /><br />CASO DE REENCARNAÇÂO NA TURQUIAS<br /><br />Dentre os muitos casos de reencarnação que tenho estudado, merece ser mencionado aqui o de um menino turco, de quatro anos de idade, que, de repente, começou a falar sobre sua vida anterior e descreveu-a com impressionantes detalhes. Quando levado ao local do seu nascimento anterior, não apenas localizou a casa em que morara a pessoa, com quem ele se associava, como reconheceu os parentes e amigos daquela pessoa.<br /><br />"- Estou cansado de morar aqui. Quero voltar para minha casa e meus filhos." Não se trata aqui do lamento de um velho, distante do lar, mas de uma criança - Ismail Altinklish.<br /><br />Ismail nasceu em 1956. Seu pai trabalhava como comerciante de secos e molhados na cidade de Adana, Turquia. Já na idade de um ano e oito meses, ele balbuciava a respeito de sua vida anterior. Ismail afirmava que, numa outra vida, ele tinha sido Abeit Suzulmus, homem que fora assassinado. O menino tinha uma cicatriz de nascimento na cabeça, a qual, segundo afirmação da mãe, persistiu até 1962. Abeit Suzulmus fora morto por uma pancada na cabeça.<br /><br />Abeit Suzulmus foi um próspero jardineiro que viveu em Bahchehe, distrito da cidade de Adana, Visto que sua primeira esposa, Hatice, não podia ser mãe, ele separou-se dela e casou-se outra vez. Teve muitos filhos com a segunda esposa, Sahida. Entretanto, Abeit continuou a dar assistência a Hatice, que vivia numa casa, na propriedade dele, perto daquela em que vivia com Sahida e seus filhos.<br /><br />Abeit Suzulmus empregara muitos trabalhadores de uma outra cidade em seu jardim. Certo dia, por razões ainda não esclarecidas, os trabalhadores levaram-no a um estábulo, onde o assassinaram, espancando-o com uma barra de ferro. Ouvindo os gritos, Sahida e duas de suas crianças se precipitaram para o local da cena. Os assassinos também is mataram, e fugiram. Uma semana depois os criminosos foram capturados, julgados e condenados.<br /><br />Ismail repetidamente pedia a seus pais que o deixassem visitar a casa de Abeit. A princípio recusaram, na esperança de que isso fizesse com que o menino esquecesse seus pedidos. Mais tarde, entretanto, a conselho de um amigo, Erol Erk, os pais acederam às solicitações do menino. Ismail, que na época tinha apenas três anos de idade, indicou a caminho para a casa de Abeit, que se situava aproximadanente mil e duzentos metros do local em que ele residia. Ao chegar, reconheceu, para espanto de. seus pais, que o acompanhavam, todas as pessoas.e objetos que foram familiares a Abeit. Subseqüentemente, uma das filhas de Abeit visitou Ismail. Após conversarem durante horas, ela ficou firmenente convencida de que ele era seu pai renascido.<br /><br />Ismail pensava constantemente em sua antiga família. Isso tornou-se problema para os pais. Em certa ocasião, quando Mehemet Altiriklish, pai de Ismail, comprou algumas melancias, o menino quis a maior delas para dar à "sua" filha, Gulsarin. A recusa do pai levou Ismail a profundo choro. Na verdade, Mehemet não era homem rico e, naturalmente, não podia dar-se ao luxo de presentear a família anterior de seu filho.<br />Às vezes, Ismail comportava-se como um adulto, e seus pais acreditavam ser ele dotado de uma inteligência superior à das outras crianças. Também diziam que ele, escondido, tomava raki, bebida turca de forte conteúdo alcoólico. Abeit também era conhecido como grande apreciador de raki.<br /><br />Um vendedor de sorvetes, de nome Mehmet, passou pela casa de Ismail. Quando este o viu, aproximou-se dele e perguntou-lhe se o reconhecia. O vendedor de sorvetes respondeu que não, então Ismail disse-lhe: "Você se esqueceu de mim. Sou Abeit. Antigamente, você vendia melancias e verduras." O homem concordou que ele estava certo e, depois de um longo papo com o menino, se convenceu de que estava diante de Abeit renascido. Quando Ismail percebeu que seu pai ia pagar alguns sorvetes que comprara, interferiu dizendo: "Não pague os sorvetes, pai. Ele ainda me deve dinheiro pelas melancias que lhe entreguei." Mehmet, então, confirmou que ele ainda estava em débito com Abeit.<br /><br />O caso de Ismail será uma fraude? Ou não? Várias considerações vêm-nos à mente. Primeiro, temos que considerar que o caso ocorreu numa família muçulmana e os muçulmanos não acreditam na reencarnação. Segundo, a família de Ismail nunca quis dar publicidade ao caso. Ao contrário, eles sempre a evitaram. Na verdade, Mehemet Altinklish sempre considerou todas as investigações como uma intrusão descabida em sua vida particular. Além disso, ele e sua família estão sempre preocupados com a possibilidade de o menino retornar à sua família anterior.<br /><br />Será possível que Mehemet Altinklish tenha feito uma trama com o menino para realizar uma fraude, visto que uma vez ele trabalhou para Abeit Suzulmus e conhecia muito a respeito da família dele? Esta hipótese pode ser descartada, porque, segundo informantes independentes, Mehemet não tinha conhecimento algum sobre os fatos mencionados por Ismail a respeito de Abeit. Nem tampouco a criptomnésia pode ser sugerida como uma explicação, porque ela não justifica as intensas emoções de Ismail ao reconhecer os membros da família Abeit.<br /><br />***********<br /><br />Vejamos a seguir um caso de regressão de memória em sessão de terapia relatado por PATRICK DROUOT, terapeuta transpessoal em Paris-França que tem uma larga experiência com a terapia de vidas passadas. Autor dos Livros Nós Somos Todos Imortais e Reencarnação e Imortalidade - Das Vidas Passadas às Vidas Futuras)<br /><br />(...) Jean sai da floresta. O sol está se pondo no horizonte. Ele caçou o dia todo, como o faz habitualmente. É tempo de regressar à velha casa familiar, da qual percebe os contornos além das colinas. Ela foi construída no século Xll pelos seus antepassados, meio barões e meio salteadores, que retornaram da Terra Santa. Seus descendentes, pouco a pouco, ampliaram o solar.<br /><br />Jean esporeia seu cavalo. Ele tem pressa em chegar. A contornar uma colina tem a impressão de ouvir um rumor proveniente da casa. Ele se aproxima. Distingue, agora, uma multidão ao redor da morada. Uma multidão excitada. Camponeses armados de forcados, constata Jean, que galopa a rédea solta, com os olhos cravados no que ocorre. A metade do pátio está invadida. Há corpos caídos por terra. Arrasta-se uma mulher pelos cabelos... O coração de Jean bate mais forte: é sua mulher que os camponeses maltratam! Eles a estão matando! Que pode ele fazer? Ele está só. Os poucos homens armados, que lhe restavam ainda há pouco foram mortos e os servidores que permanecem na casa são todos velhos. Pelo menos tentará salvar a sua pequena filha. Ele contorna a casa e deixa seu cavalo no meio da mata onde, escondida na vegetação, se abre uma passagem subterrânea que conduz ao castelo pela galeria, depois pelos aposentos do castelo, se apossa da menina em lágrimas e retorna pelo mesmo caminho. Lá fora ouve os gritos de sua mulher e da multidão enraivecida. Quando alcançam o ar livre, na mata, lá no pátio o drama terminara. A mulher de Jean jaz sobre a relva, ensangüentada. Assassinada pelos camponeses em fúria, sem que ele nada tenha podido fazer. Dominado pelo ódio e pela tristeza, Jean vai a galope com sua filha até o refúgio num castelo vizinho e amigo. Organiza-se uma expedição, a fim de encontrar os culpados, que foram punidos. Jean, além de perder a esposa que amava, era criticado pela filha. Ao longo do caminho durante a fuga dos dois, a filha gritava ser preciso procurar a mãe que não deviam salvar-se sem ela. Instalada no castelo vizinho, continuava a nutrir rancor e ressentimento ao pai. Mais tarde, já crescida, acusava-o de ter sido covarde.<br /><br />Jean sabia que não se acovardara. Entretanto, não encontrava mais prazer na vida. Partiu para combater. Havia muito o que fazer no século XVI, agitado por guerras incessantes. Morreu como queria, alguns anos mais tarde, no campo de batalha, sempre guardando no coração a dor de ter perdido sua mulher.<br /><br />No princípio dos anos setenta, ele a reencontrou assim com a filha. Perto de quatrocentos anos mais tarde. Jean e a mulher se reencontraram em Paris. Eram, então, Robert e Jeanne, se amaram e se casaram rapidamente. Ignoravam, é claro - em todo o caso conscientemente -, que já se haviam conhecido, até que Robert/Jeanne o descobre numa viagem nas vidas anteriores.<br /><br />Isso é comum. As pessoas que se amaram no passado quase sempre se reencontram em outras vidas. Este é um dos aspectos emocionantes das pesquisas sobre as vidas passadas.<br /><br />As pessoas com as quais você sente um elo poderoso em sua existência estiveram próximas numa (ou numas) outra vida. Podem ter sido parentes, amigos, amantes, mas se você sente uma ligação profunda com outro ser, se essa pessoa é como um prolongamento de você mesmo, há grandes possibilidades de que se tenham amado, vivido, caminhado, sofrido e rido juntos, em outro tempo, em outro lugar, sob outra forma física. O amor é uma vibração fundamental a mais poderosa do Universo. É ele que faz girar os astros, subir a seiva nas árvores e desenvolver as crianças. O amor é infinito e eterno. Da mesma forma é o amor que une dois seres humanos: assim foi e assim será. Nem o tempo, nem o espaço, nem a morte podem separar aqueles que se conheceram e continuam a se encontrar através dos séculos. Todos os que, em estado de expansão de consciência, revivem uma união antiga com o companheiro ou companheira na vida presente, sentem e exprimem, com vigor, o quanto este amor encarnado é pálida cópia da comunhão entre suas almas no mundo do além.<br /><br />O contrário também ocorre. Lembro-me de um casal do leste da França. Estavam casados há dez anos. Tinham dois filhos e viviam, desde que se conheceram, uma curiosa relação de "ódio-amor". Eu os conduzi a uma regressão em comum nas vidas passadas, o que faço muito raramente, na qual reencontraram uma vida na Roma antiga, onde se amavam. Ele era nobre e ela sua escrava. Ele a seduzira e, dessa relação culposa, nasceu uma criança que acabou sendo jogada num poço, pela própria mãe. Ignoro quantas vidas comuns teriam vivido juntos desde Roma, mas é óbvio que restava, entre eles, seqüelas do primeiro encontro. Compreender o fato ajudou-os a superar os efeitos negativos dessa relação, aprofundando os laços que os uniam.<br /><br />Alguns seres que se amaram e se magoaram no passado continuam a se magoar hoje em dia. É que ainda precisam aprender e compreender, a fim de evoluir. Outros atingiram juntos o ponto do não retorno. Estes aprenderão alhures, ao lado de outros seres, o que é a vibração essencial do Amor. Outros, ainda se procuram. Mas todos, seja qual for o caminho particular e o estágio de evolução, são chamados a superar seus medos para aprender a amar. É esse o objetivo da nossa existência, e é a procura do amor incondicional que nos induz a renascer continuamente, revestindo-nos, sem cessar, do corpo humano. A maior parte das pessoas não tem consciência disso. Entretanto, muitos procuram desesperadamente o sentido da sua existência.<br /><br />(Fonte: REENCARNAÇÃO E IMORTALIDADE - PATRICK DROUOT)<br /> <br /><a href="http://www.plenitude.com.br/noticias/news/index_noticias.php?id=134"></a></strong>Tadeunoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-598549774920611742.post-78820336647860300872008-02-10T03:37:00.000-08:002008-02-28T16:49:58.554-08:00Casos do Tipo Reencarnação<strong>Journal of Scientific Exploration, Vol. 17, No. 3, pp. 527-532, 2003 0892-3310/03<br /><br />Três Casos do Tipo Reencarnação na Holanda<br /> <<br />Titus Rivas<br />Athanasia Foundation, Darrenhof 9, 6533 RT Nijmegen, The Netherlands<br />e-mail: <a href="mailto:titusrivas@hotmail.com">titusrivas@hotmail.com</a><br /><br />Resumo—este artigo apresenta resumos breves de três Casos holandeses não resolvidos do Tipo Reencarnação (CORTs). O autor acredita que estes casos mostram uma estrutura semelhante com os CORTs estudados pelo Dr. Ian Stevenson da Universidade de Virginia, seu sócios e outros pesquisadores independentes no campo. Portanto, conclui que é plausível interpretar estes casos de um modo semelhante. Além do mais, ao menos um destes casos parece mostrar características paranormais que parecem corroborar uma hipótese de reencarnação. A contribuição principal deste artigo pode consistir na adição de CORTs holandeses na literatura sobre a pesquisa de reencarnação.<br /><br />Palavras-chave: Reencarnação — Casos do tipo reencarnação CORTs —características paranormais — transcultural<br /><br />Introdução<br /><br />O Dr. Ian Stevenson (1987, 1997), seus sócios e colegas independentes colecionaram uma impressionante base de dados dos assim chamados Casos do Tipo Reencarnação (CORTs). Um caso típico envolve uma criança jovem entre dois e quatro anos que espontaneamente faz observações sobre uma vida prévia que ela teria tido antes de seu nascimento. Com muita freqüência, estas observações contêm informação paranormal sobre uma pessoa histórica que morreu antes da criança nascer e era desconhecida à família da criança antes dela ter começado a falar sobre sua vida prévia. A criança normalmente parece esquecer-se da maioria destas possíveis memórias pelo tempo em que ela tem 6 anos ou 7 ou quando começa seguindo uma educação formal na escola primária. Suas declarações tipicamente são acompanhadas por comportamento emotivo. A criança freqüentemente mostra habilidades paranormais relacionado a suas atividades na vida passada que ela reivindica lembrar-se. Em muitos casos, marcas de nascimento e defeitos de nascimento foram registrados e correspondiam especificamente à causa ou às circunstâncias de morte no fim da vida passada alegada. CORTs são informados em muitos países e culturas diferentes e não são confinados a contextos religiosos nem filosóficos em que o conceito de reencarnação geralmente é aceito.<br /><br />Este artigo em resumo apresenta três novos CORTs não resolvidos achados na Holanda (Rivas, 1998, 2000). Os casos foram investigados por várias equipes encabeçadas por mim mesmo, pertencentes à Fundação para o Estudo Científico da Reencarnação e à Fundação Athanasia. Minha intenção principal ao publicar estes casos é mostrar que a Holanda pode ser considerada um país em que ao menos alguns CORTs típicos ocorrem. Também, ao menos um e possivelmente todos estes CORTs holandeses não resolvidos parecem possuir características paranormais. Finalmente, alguns pais holandeses de crianças que reivindicam lembrar suas vidas prévias não acreditavam em reencarnação antes dos casos se desenvolverem, o que parece relevante para a interpretação destes CORTs.<br /><br />*** O Caso de Cerunne<br /><br />Na primavera de 2001, uma amiga minha, Senhora Anja Janssen de Nijmegen, contou-me que ela soube de um casal em Molenhoek que teve uma filha com memórias de uma vida prévia. Encontrei todos os membros de família, Christine Thijssen, Sirat Lutas, e suas quatro filhas, em maio de 2001. A minha equipe também entrevistou-os por telefone e fez a eles perguntas via correio (normal) em várias ocasiões em 2001 e 2002. A menina que reivindicou lembrar-se de uma vida prévia foi chamada Cerunne e ela tinha sete anos quando eu encontrei-a pessoalmente. Ambos seus pais tinham alguma crença em reencarnação antes do caso se desenvolver, embora eles certamente não estivessem interessados em propagar tal crença. Durante minha investigação do caso, eles eram ambos muito acurados quanto a formulações precisas de suas declarações ainda que isto significasse que o caso pareceria mais fraco de um ponto de vista acadêmico. Também, o Sr. Bouts pareceu bastante ávido saber de minha motivação para conduzir a investigação antes que ele participasse nela. Finalmente, o pai de Cerunne admitiu que ele não valorizou a pesquisa acadêmica tanto quanto a meditação como um meio de achar a verdade. Assim, nós não temos nenhuma razão para supor que o caso foi fabricado para promover uma crença particular em reencarnação. Em vez disso, ambos os pais somente pareceram interessados em compartilhar suas experiências e numa possível verificação das declarações da filha. É também importante anotar que Anja Janssen estava equivocada sobre a filha que teria tido memórias de uma vida prévia. Pensou que era Fanja, a filha jovem, que tinha somente três quando eu encontrei a família pela primeira vez. Se os pais de Cerunne tivessem composto uma história, é muito estranho que eles não tivessem escolhido Fanja como sua protagonista.<br /><br />A mãe de Cerunne, Christine Thijssen, teve um sonho no oitavo mês de sua gravidez com sua filha. Ela viu uma estranha xamã 'Pictic' por volta de quarenta anos, descalça e vestida em peles, que segurava chifres de veado na sua mão. Pareceu que esta mulher contava-lhe telepaticamente que ia dar à luz uma filha e que devia chamá-la "Deer"<a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://br.geocities.com/existem_espiritos/holanda2003.html#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a>. Christine não tinha feito um scan antes do sonho, de modo que ignorava o sexo de seu bebê por nascer. A mulher também contou que sua que a criança tinha tido uma vida passada difícil. Esta experiência fez os pais escolherem um nome Céltico para sua filha, Cerunne, que é derivado da divindade céltica Cerunnos ou Kernunnos que foi associada com o veado e com um mundo entre a morte e o renascimento.<br /><br />Durante os primeiros dois anos de sua vida, Cerunne era uma criança silenciosa mas muito rápida em seu desenvolvimento motor. Ela também tinha um aspecto de menino, tanto física quanto psicologicamente. Quando Cerunne tinha aproximadamente dois ou três anos de idade, ela espontaneamente contou a seus pais sobre uma vida prévia como um marinheiro (homem). Comentou sobre as ondas de uma piscina dizendo que viu ondas que eram muito mais altas, "tão altas quanto uma casa." Ela também contou-os que a vida no mar pode ser muito estranha. Às vezes há uma tempestade toda a noite e na manhã seguinte tudo estava completamente silencioso. Freqüentemente Cerunne desenhava um veleiro e ela reivindicava que veleiro em que o marinheiro tinha navegado se chamava Vurk. A bordo, ele teve muitas tarefas, incluindo observar o navio e o galhardete<a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://br.geocities.com/existem_espiritos/holanda2003.html#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a> e ficar no cronômetro<a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://br.geocities.com/existem_espiritos/holanda2003.html#_ftn3" name="_ftnref3">[3]</a>, mas também preocupando-se com os passageiros. Ela também descreveu onde no navio os passageiros adultos e as crianças ficavam durante a noite, e determinado que eles não tinham camas nem redes, apenas um travesseiro e um cobertor. Urinavam em algum lugar no chão, já que não havia qualquer saneamento. Havia vacas mortas a bordo, que eles cortaram em pedaços de carne. Eles também comeram carne crua. Às vezes havia lutas com facas entre os marinheiros a bordo, mas disse que o marinheiro cuja vida ela reivindicou lembrar não suportava a grosseria ou a agressão. Também, houve um acidente em que um amigo seu caiu de um mastro e quebrou as suas costas. Havia um leme grande. Ela também mencionou a palavra "moekille" (pronúncia holandesa), uma bengala pontuda que também foi usada como uma arma. Seu próprio nome quando era um marinheiro tinha sido Peer e ele era um homem magro com uma barba preta. O navio navegou a eles para Garoonya ou Karoonya (pronúncia inglesa) colher famílias pobres e as levar a um porto com palmeiras, numa ilha. Ela também mencionou o nome da Índia neste respeito. Havia montanhas ao fundo e só algumas lojas pequenas. As famílias pobres não eram escravas e elas eram bastante maltratadas. Às vezes o navio atracava ilegalmente. Na ilha Peer às vezes dormiu em barracas imundas, mas os habitantes eram muito amáveis, descontraídos e pacatos.<br /><br />Quando Cerunne tinha sete anos, suas memórias pareciam em grande parte intactas a seus pais, mas sentiu-se demais embaraçada para falar sobre elas com estranhos tais como eu. Confirmou, no entanto, que teve memórias de uma vida como Peer. Neste período, ela tinha acabado de contar a seus pais que Peer tinha ao menos 95 anos de idade quando morreu e tinha permanecido apto a maior parte de sua vida. Mencionou biscoitos secos que eles tinham comido a bordo o navio. Comentou: ‘Éramos homens saudáveis’.<br /><br />Uma habilidade notável que pode ser relacionada a suas memórias de uma vida como marinheiro era uma agilidade inata em escalar. Mostrou esta habilidade em uma idade muito jovem e nunca sofreu de medo de altura. Ela não podia nadar, no entanto, embora ela estivesse convencida que podia. De acordo com seus pais, ela também mostrou uma dureza incomum para as meninas de sua idade.<br /><br />A nossa equipe, liderada pelo historiador Pieter van Wezel, estabeleceu que no Século 19 e no início do 20 la Coruna (que é foneticamente bastante parecida com la Karoonya) era um porto importante para imigração às colônias espanholas às vezes referidas como las Índia incluindo Cuba, uma ilha com palmeiras. Os (brancos) imigrantes galegos eram então pobres que eram conhecidos como "Galician slaves” (escravos galegos). A palavra moekille pode ser relacionada a mak(h)ila ou makil(l), uma bengala pontuda originalmente vasca que também foi usada como uma arma. O makila tinha tornado-se conhecido na região galega de La Coruna pelas peregrinações a Santiago de Compostela. Os nomes Peers e Vurk podem com alguma imaginação serem vistos como deformidades do nome hispânico Pedro e do nome Barco ou Barca (navio). Estabelecemos que Vurk não é o nome de um navio escandinavo (ou holandês) e que como tal não quer dizer nem barco nem navio também.<br /><br />Em minha visão, estas características tomadas conjuntamente parecem sugerir um processo paranormal ao invés de criptomnésia ou fantasia infantil.<br /><br />Também parece haver um elo estranho entre o sonho de Christine sonho sobre a sacerdotisa xamã e La Coruna. A cidade de La Coruna, ou parte dela, originalmente foi fundada pelas pessoas célticas de Brigantes e conhecidas como Brigantia. Muitos elementos de cultura galega são derivados desta herança céltica. Além do mais, a divindade que foi adorada em Brigantia, Briga, era uma deusa de fertilidade e portanto tematicamente relacionada a Kernunnos.<br /><br />*** O Caso de Kees<br /><br />Em fevereiro de 1997, a Fundação de Athanasia foi contatada por um Sra. Marja.M.V. que tem sido pedida pelo teólogo Dr. Joanne Klink (1994), autor de um importante livro sobre s CORTs holandeses, a contar-me sobre as memórias de seu filho sobre uma vida prévia. Escreveu-me que na idade de aproximadamente dois anos, seu filho Kees (pseudônimo) cantava repetidamente: "Meu coração parou de bater, então eu fui crescer na barriga e então o meu coração começou a bater outra vez!." Estava irradiando de alegria e jogou as suas mãos para cima no ar expressando seu prazer. Repetiu este ritual duas ou três vezes por semana durante meses seguidos. Somente quando tinha alcançado a idade de três anos e meio a quatro que pode formular o que ele quis dizer por esta exclamação enigmática. Mãe e filho estavam sentados juntos na cama dele quando ele contou-lhe o que tinha vivido antes. Se chamava Armand então, e não era muito velho quando ele morreu, mas não morreu muito jovem também. Para a surpresa de sua mãe, ele pronunciou o nome Armand com o som nasal, típico do francês. Teve uma namorada e eles estavam para se casar. Depois, Kees descreveu um campo de batalha em que ele foi ameaçado por altos, fortes e terríveis homens que ele denominou "he-men." Eles já tinham matado todos os seus amigos. Tinha sido atingido na barriga e segurava um revólver nas suas mãos. De repente ele foi atingido nas costas e o seu coração começou a bater num passo muito irregular. Ficou com medo. Kees contou a sua mãe que ele viu o inimigo se aproximar dele e atingindo-o uma segunda vez.<br /><br />Quando Kees tinha aproximadamente sete anos, adicionou alguns detalhes sobre o que aconteceu a ele depois que morreu. Um anjo foi até ele e levou-o a Deus que era pura bondade, a Grande Luz, e humor (sic). Era muito difícil para Kees descrever o outro reino e ele contou a sua mãe que isso não podia ser registrado num slide (sic). Havia uma cascata bela e flores e árvores com frutas deliciosas, melhor que qualquer doce no mundo. Kees resistiu quando os anjos depois de um longo tempo aconselharam-no a reencarnar. Não queria de modo algum retornar à terra. No entanto, os anjos garantiram-no que eles o ajudariam e que Deus teria adicionado que só dependia dele seguir uma vida boa (sic).<br /><br />Quando era uma criança jovem, Kees sofria de uma fobia severa de morrer, já que isso o lembrava da própria morte dolorosa. Seus pais tiveram algum esforço para convencê-lo que o processo de morrer que ele lembrou não é exatamente muito comum.<br /><br />Em 1997, Kees tinha 11 anos quando eu o entrevistei. Ele ainda tinha memórias nítidas de sua morte e mesmo adicionou um novo elemento ao registro de sua mãe. Lembrou que tinha perdido um bom amigo cuja esposa tinha morrido durante o trabalho e alegou que ele tinha cuidado de seu filho. Ele também lembrou-se de que um anjo contou-lhe que este filho adotivo estava indo bem, de modo que ele não devia preocupar-se com ele.<br /><br />*** O Caso de Myriam R.<br /><br />Myriam R. era mulher de 31 anos quando nós a encontramos numa assim chamada 'extravagante feira paranormal' em 1996. Nascida em Leiden, ela reivindicou que quando criança com aproximadamente três ou quatro anos (i.e. ao redor de 1968) ela espontaneamente tinha observado que sua mãe prévia usava o mesmo tipo de vestido que sua mãe presente usava. Pediu que sua mãe jogasse-o fora já que ele a lembrou de sua desagradável vida passada num ambiente de como que desértico. Em sua vida prévia, ela tinha que cuidar de seus irmãos e irmãs e procurar alimento no deserto. Um dia, ela tinha que buscar alguma água num poço, e ela morreu numa tempestade de areia. Embora permaneçam inverificáveis, suas memórias eram bastante extensas. Por exemplo, Myriam lembrou a aparência de seus pais, uma casa de madeira com um alpendre, e o respeito que ela tinha por pessoas idosas.<br /><br />Um amigo meu, o Sr. Gerard M. permaneceu no Novo México por algum tempo como parte de um projeto social e ele impressionou-se com a história de Myriam. Declarou que isso o lembrou muito das condições de vida nos desertos deste estado. Os alpendres de madeira que Myriam tinha descrito seriam bastante comuns aí também. Gerard participou de nossa pesquisa durante uma visita ao lar do Myriam em Alphen aan den Rijn. Embora ele seja um católico e não acredite em reencarnação se, ele ficou impressionado com a falta de sensacionalismo da parte de Myriam. Havia meses entre as várias entrevistas que nós conduzimos com Myriam e sua história sempre continha os mesmos elementos.<br /><br />Logo depois que entrevistamos Myriam, nós também entramos em contato com mãe de Myriam que confirmou que ela de fato tinha contado-a sobre uma vida prévia quando tinha aproximadamente 3 ou 4 anos de idade. Não havia nenhuma discrepância entre seu testemunho e a história que Myriam contou-nos. Ela explicitamente confirmou que Myriam tinha aproximadamente três ou quatro anos de idade quando fez suas declarações; que comparou seu vestido ao de uma mãe prévia; que ela lhe contou sobre uma vida desagradável num deserto; que tinha que cuidar de seus irmãos e irmãs e procurar alimento; e que morreu numa tempestade de areia.<br /><br />À parte de suas memórias de uma vida prévia, Myriam também reivindica ter memórias de um período de intermissão depois de sua vida num ambiente desértico. Viu-se numa vida futura muito bela. Na vida presente, ela experimentou uma Experiência de Quase-Morte durante uma cesariana que lembrou-a fortemente destas memórias de um estado intermediário.<br /><br />É importante observar que seus pais católicos certamente não acreditavam em reencarnação quando Myriam contou-os sobre uma vida passada e que também nós não temos nenhuma razão para acreditar que Myriam embelezou sua história para atrair nossa atenção.<br /><br />Discussão<br /><br />Os três casos clínicos eu em resumo apresentei neste artigo parecem 'clássicos' já que mostram a mesma estrutura básica como a maioria dos outros casos neste campo. Indiquei por que eu acredito que os casos não são baseados em tentativas de chamar a atenção ou de converter crenças sobre a reencarnação. Portanto, penso que é uma questão de parcimônia interpretar estes CORTs não resolvidos de um modo semelhante com outros casos clássicos. Também, as características aparentemente paranormais em ao menos um destes casos, o de Cerunne, parecem sugerir que a hipótese de reencarnação pode ser a interpretação bem apropriada deles. O caso de Cerunne pode parecer mais forte a este respeito que os outros dois casos, embora pareça mostrar a mesma estrutura básica também.<br /><br />A ocorrência de casos holandeses de crianças que reivindicam lembrar vidas prévias pode ser visto como evidência corroboradora do conceito de Casos do Tipo Reencarnação como algo transcultural, ou um fenômeno natural. Talvez a adição de CORTs holandeses à literatura sobre a pesquisa de reencarnação possa ser vista como a contribuição principal deste artigo.<br /><br />Além do mais, em dois dos CORTs há menção de experiências entre as vidas que bem pode ocorrer mais freqüentemente em casos holandeses. Também, todos os três indivíduos parecem reter suas memórias por mais tempo do que o a média de indivíduos de Casos do Tipo Reencarnação. Mais pesquisa é necessária para estabelecer se estas características podem ser típicas de casos holandeses (ou mais geralmente, de europeus) e se então, o que causa estas características específicas.<br /><br />Agradecimentos<br /><br />Eu gostaria de agradecer a Ian Stevenson, Joanne Klink, Anny Dirven, Gerard M., Pieter van Wezel, Hein van Dongen, Mary Rose Barrington, K.S. Rawat, Dieter Hassler, Jamuna Prasad, B. Shamsukha, Tom M. Jones, Hicham Karroue, Anja Janssen, e aos indivíduos e outros informantes nestes casos pelo seu apoio e cooperação.<br /><br />Referências<br /><br />Klink, J. (1994). Vroeger Toen Ik Groot Was. Vergaande Herinneringen van Kinderen. Baarn: Tem Have.<br /><br />Rivas, T. (1998). Kees: een Nederlands geval van herinneringen aan een vorige incarnatie met<br />herinneringen aan een toestand tussen dood en geboorte. Spiegel der Parapsychologie, 36 (new edition), 1, 43-55.<br /><br />Rivas, T. (2000). Parapsychologisch Onderzoek naar Reincamatie en Leven na de Dood. Deventer: Ankh-Hermes.<br /><br />Stevenson, I. (1987). Children Who Remember Previous Lives: A Question of Reincarnation. Charlottesville: University Press of Virginia.<br /><br />Stevenson, I. (1997). Reincarnation and Biology: A Contribution to the Etiology of Birthmarks and Birth Defects. London/Westport: Praeger.<br /><a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://br.geocities.com/existem_espiritos/holanda2003.html#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> ‘Cervo’ ou ‘Veado’ em inglês (Nota do tradutor Vitor Moura Visoni).<br /><br /><a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://br.geocities.com/existem_espiritos/holanda2003.html#_ftnref2" name="_ftn2">[2]</a> Uma bandeira longa, normalmente triangular, usada em navios para sinalizar ou para identificação. (Nota do tradutor Vitor Moura Visoni)<br /><br /><a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://br.geocities.com/existem_espiritos/holanda2003.html#_ftnref3" name="_ftn3">[3]</a> Isso pode significar também qualquer período de tempo, normalmente quatro horas, em que o dia a bordo do navio é dividido e durante o qual uma parte da tripulação é designada a realizar tarefas. (Nota do tradutor Vitor Moura Visoni)</strong>Tadeunoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-598549774920611742.post-46700912466524440782008-02-10T03:27:00.000-08:002008-02-28T16:51:11.251-08:00Natureza e Reencarnação<strong>A palavra "Reencarnação" significa que a nossa vida presente resulta de vidas anteriores, e que a nossa vida futura estará de acordo com as que já vivemos e a maneira como estamos agora vivendo. Tudo na natureza mostra os esforços repetidos neste sentido, com intervalos periódicos de repouso, entre os quais é assimilada a experiência adquirida que serve de base para um novo esforço.<br />Os Budistas, Tibetanos e Hinduístas, todos acreditam que continuamos sempre a morrer e renascer. Todos vieram da morte e do renascimento. Eles acreditam que a reencarnação é um fenômeno da natureza e que tudo na natureza, obedece às leis perfeitas, cíclicas.<br />Todos os dias, o sol nasce e se põe. Ao dia sucede a noite, seguida por um outro dia; as estações, Primavera, Verão, Outono e Inverno, são seguidas invariavelmente por outras séries na mesma ordem. Todos os anos existem as quatro estações, as flores nascem e morrem. Da mesma forma, nós, seres humanos, fazemos parte também dos ciclos da natureza. Nascemos, crescemos, morremos e tornamos a nascer quantas vezes for preciso para purificar totalmente o corpo e a alma, desenvolvendo assim, nossa consciência.<br />A cada 28 anos o sol completa seu ciclo. A cada 19 anos a lua completa seu ciclo. A cada 25.550 anos (período conhecido como “Grande Ano de Platão”) tem-se um volta completa no espaço das estrelas com relação à Terra, e que se equivale à média de respirações que homem tem durante um dia.<br />O Homem é submetido à mesma Lei universal, e, portanto espiritual, vai seguindo fielmente as flutuações de nascimento, juventude, maturidade, velhice e morte, para renascer com um corpo novo, moldado talvez para um desígnio melhor do que foi possível no corpo anterior.<br /><br />Água sobe para o céu, muda de forma e volta a terra, num eterno ir e vir.<br />Por que nada permanece idêntico a si mesmo? De onde vêm os seres? Para onde vão, quando desaparecem? Por que se transformam? Por que se diferenciam uns dos outros? Mas também, por que tudo parece repetir-se? Depois do dia, a noite; depois da noite, o dia. Depois do inverno, a primavera, depois da primavera, o verão, depois deste, o outono e depois deste, novamente o inverno. De dia, o sol; à noite, a lua e as estrelas. Na primavera, o mar é tranqüilo e propício à navegação; no inverno, tempestuoso e inimigo dos homens.<br />O calor leva as águas para o céu e as traz de volta pelas chuvas. Ninguém nasce adulto ou velho, mas sempre criança, que se torna adulto e velho.<br />Foram perguntas como essas que os primeiros filósofos fizeram e para elas buscaram respostas.<br />Sem dúvida, a religião, as tradições e os mitos explicavam todas essas coisas, mas suas explicações já não satisfaziam aos que interrogavam sobre as causas da mudança, da permanência, da repetição, da desaparição e do ressurgimento de todos os seres. Haviam perdido força explicativa, não convenciam nem satisfaziam a quem desejava conhecer a verdade sobre o mundo.<br /><br /><br />Fonte: <a href="http://www.portaldareencarnação.com/">http://www.portaldareencarnação.com</a></strong>Tadeunoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-598549774920611742.post-26567480803655588362008-02-10T02:46:00.000-08:002008-02-28T16:52:13.424-08:00Filmes, alguns sobre a Reencarnação<strong>A Casa dos Espíritos<br />A Educação de Pequena Árvore<br />A Espera de um Milagre<br />A Profecia dos Anjos (Saint Ange)<br />A Reencarnação de Peter Proud<br />A Sétima Vítima<br />Além da Eternidade<br />Almas Reencarnadas<br />Amor além da vida<br />Antes que termine o dia<br />Aparição<br />As Cartas de Chico Xavier<br />Audrey Rose<br />Beetlejuice, Os Fantasmas Divertem-se<br />Campo dos Sonhos<br />Cidade dos Anjos<br />Como o Céu se Enganou<br />Danika<br />Déja Vu<br />Dorm O Espírito<br />Duas Vidas<br />E Se Fosse Verdade<br />Ecos do Além<br />Efeito Borboleta<br />Em algum lugar do passado<br />Em busca de um sonho<br />Encontro Marcado<br />Energia Pura<br />Espíritos<br />Espíritos - A Morte Está ao Seu Lado<br />Falando com os mortos<br />Ghost - Do Outro Lado da Vida<br />Gladiador<br />Gritos do Além<br />Ilusões Perigosas<br />Já nos Conhecemos<br />Kundun<br />Lembranças de Outra Vida<br />Linha Mortal<br />Luzes do Além<br />Manika: a menina que nasceu duas vezes<br />Minha Amada Imortal<br />Minha Vida Na Outra Vida<br />Missão Marte<br />Morrendo e Aprendendo<br />Morrendo para Viver<br />Mortinho por Chegar em Casa<br />Na Companhia do Medo<br />Navio Fantasma<br />O Céu pode Esperar (1978)<br />O Céu pode Esperar (2001)<br />O Dom da Premonição<br />O Fantasma de Lucy Keyes<br />O Mistério da Libélula<br />O Sexto Sentido<br />Oriundi<br />Os Espíritos<br />Os Órfãos<br />Os Outros<br />Paixão Eterna<br />Papai Fantasma<br />Pequeno Buda<br />Poder Além da Vida<br />Protegida por um Anjo<br />Quando os Anjos Falam<br />Quase um Anjo<br />Quem somos nós<br />Reencarnação- 1980<br />Reencarnação - 2004<br />Revelação<br />Segredos do Passado<br />Sete anos no Tibet<br />Silk - O Primeiro Espírito Capturado<br />Stigmata<br />Um Anjo em Minha Vida<br />Um Espírito Baixou Em Mim<br />Um Estranho chamado Elvis<br />Um Visto para o Céu<br />Voltar a morrer<br />Vozes do Além</strong>Tadeunoreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-598549774920611742.post-67308105540472538772008-02-10T02:38:00.000-08:002008-02-28T16:53:54.470-08:00Crianças Prodígio<strong>De tempos em tempos têm-se notícia de alguém que se destaca por suas aptidões na tenra idade. Faculdades de tal modo superiores e sem nenhuma relação com as de seus descendentes. Freqüentemente tem-se citado o caso de Mozart, executando uma sonata ao piano com quatro anos e, aos oito, compondo uma ópera, mas ele não é o único em toda a história que muito cedo ganhou destaque.<br />Pascal aos 13 anos de vida dominava inteiramente a matemática e a geometria. Victor Hugo também aos 13 anos de idade já era literato. Listz, aos 14 anos já<br />havia composto uma ópera e desde muito pequeno era considerado grande intérprete musical.<br />Com 10 anos Beethoven já era conhecido como um gênio. Pepito de Ariola tocava árias como um mestre, tendo apenas 4 anos de idade. Marco Aurélio recebia aulas de retórica de Hermógenes, que tinha, na época, 15 anos de idade. Leibnitz era mestre, aos 8 anos, de latim e com 12 anos, de grego. Trombetti aos 12 anos falava facilmente alemão, francês, hebraico, grego e latim, na idade adulta dominou 300 linguas. Van de Kefkhore que faleceu aos 11 anos deixou um acervo de 350 quadros pintados.<br />Assim, excluindo a possibilidade de um conhecimento ou mesmo aprendizado anterior, como entender os gênios ou crianças prodígios?<br />Àqueles que insistem na hereditariedade como fator principal para o despertar de tais dons desconheçam que Leonardo da Vinci, Benjamim Franklin, Champolliom, Schliemman, Spinoza, Beethoven, Berzelius, Kant, Galileu, Copérnico, Descartes, Kepler, Galvani, Bacon, Berk